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Surpresa em pesquisa eleitoral: Gadi Eisenkot surge como o principal rival de Netanyahu

 Esta nova pesquisa do Zman Yisrael, realizada entre 18 e 19 de março de 2026, revela uma mudança sísmica no cenário político israelense, à medida que a guerra entra em sua quarta semana.
Surpresa em pesquisa eleitoral: Gadi Eisenkot surge como o principal rival de Netanyahu

Pela primeira vez, o partido yashar, liderado pelo ex-chefe de gabinete Gadi EisenkotPosiciona-se como a segunda força política do país, ultrapassando Naftali Bennett e consolidando-se como a principal alternativa dentro da oposição.

A popularidade de Eisenkot cresceu de forma constante e sólida ao longo do último mês, refletindo um eleitorado que parece buscar uma liderança com perfil técnico-militar em meio ao conflito com o Irã.

Yashar (Eisenkot) até 16 lugares (em comparação com 12 há três semanas), enquanto o pfesta de Naftali Bennett cai para 15 lugares, perdendo o segundo lugar na classificação geral após semanas liderando a competição. O Likud (Netanyahu) continua sendo a força majoritária, embora a atual coalizão esteja se enfraquecendo.

O panorama para os partidos tradicionais do bloco anti-Netanyahu é misto, sendo o colapso mais notável o de uma das figuras históricas do centro: o Yesh Atid (Yair Lapid) despencou para o seu ponto mais baixo de sempre, com apenas 5 assentos. O Yisrael Beytenu (Avigdor Liberman) manteve-se estável com 10 assentos.

Os Democratas (Yair Golan) conquistariam 9 cadeiras, e o Azul e Branco (Benny Gantz) mal conseguiria ultrapassar o limite eleitoral com 4 cadeiras, permitindo que o bloco de oposição (excluindo os partidos árabes) atingisse 59 cadeiras, o ponto mais próximo de uma maioria de 61.

O bloco governamental caiu de 54 para 51 lugaresEssa queda se deve principalmente à partida. Sionismo religioso Mais uma vez, o número de votos necessários para entrar no Knesset fica abaixo do limite eleitoral. Os partidos árabes, por sua vez, mantêm uma projeção de percentagem de votos de 10 lugares.

A pesquisa também revela dados preocupantes sobre como a guerra com o Irã está afetando o cotidiano dos israelenses: 41% relata um aumento na ansiedade, depressão ou irritabilidade; 14% parou de funcionar temporariamente; outro 14% atrás escritório em casa; e ele 48% da população assiste a pelo menos 2 a 3 horas de notícias por dia.

O país está "grudado na tela". Quase metade dos israelenses passa grande parte do dia acompanhando os acontecimentos, o que explica a volatilidade nas pesquisas e a mudança de votos para figuras percebidas como "garantidoras da segurança", como Eisenkot.

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