Hot Widget

Type Here to Get Search Results !

Acorda! Israel é uma realidade histórica insuperável

 

Acorda! Israel é uma realidade histórica insuperável

Acorda! Israel é uma realidade histórica insuperável 

Jayme Fucs Bar

A afirmação "Eu não sou contra os judeus, sou contra o sionismo" soa para a maioria dos judeus como uma nova forma de manifestação do antissemitismo na era pós-moderna.

Queiramos ou não, o Estado de Israel é uma realidade consolidada e incontestável. Desde sua fundação em 1948, o debate entre ser "antissionista" ou "pró-sionista" perdeu relevância prática, uma vez que o sionismo, enquanto movimento de libertação nacional do povo judeu, alcançou seu objetivo com a consolidação do Estado de Israel.

Hoje, o sionismo, em sua essência histórica, deixou de existir e, hoje, o verdadeiro foco é a estruturação da sociedade israelense dentro da grande diversidade de seu multiculturalismo social e religioso e, em consequência, as tensões internas, sem falar de estar sempre pronta para as constantes ameaças à sua existência.

Assim sendo, atualmente, aqueles que se declaram antissionistas e rejeitam a existência do Estado de Israel não apenas adotam uma posição política; eles às vezes endossam um discurso que flerta com o antissemitismo e o negacionismo ao ignorar ou recusar uma realidade histórica insuperável.

Seguindo essa lógica de negar a existência de Israel, surge uma questão inevitável: qual seria a solução proposta para os mais de 7 milhões de judeus que hoje vivem no país? Existe algum "plano final", similar ao dos nazistas, para eliminá-los?

Infelizmente, a retórica crescente voltada à destruição do Estado de Israel não está restrita aos grupos terroristas como Hamas ou Estado Islâmico, mas também floresce em setores da chamada "esquerda", que adotaram a linguagem do fascismo.

Uma parcela dessa esquerda acaba se tornando, mesmo que inadvertidamente, cúmplice ao disseminar ideais que glorificam o fundamentalismo islâmico sob o pretexto de resistência e destruição de um estado soberano.

É nesse ponto que muitos abandonam os valores genuínos do socialismo – historicamente fundamentados na defesa dos direitos dos trabalhadores – e se alinham com narrativas que legitimam forças regressivas e extremistas.

De maneira paradoxal e trágica, esse tipo de negacionismo reforça as narrativas ultranacionalistas e reacionárias do governo israelense atual.

Líderes como Benjamin Netanyahu e sua coalizão exploram ameaças externas para justificar políticas de expansão de assentamentos e intensificação da pressão sobre os territórios palestinos, ações que apenas dificultam as perspectivas de um futuro Estado palestino soberano.

Continuamos comprometidos com a busca por justiça: apoiamos a coexistência pacífica entre Israel e um legítimo Estado palestino. Porém, aqueles que defendem a destruição de Israel carecem de legitimidade ao falar sobre genocídio palestino, enquanto cultivam ideias que promovem, deliberadamente ou não, um novo holocausto contra os judeus que vivem em Israel. 

E isso jamais será permitido! É inaceitável. Todos aqueles que ameaçam a nossa existência deixarão de existir!

Essa postura faz mais do que sabotar a possibilidade de paz: ela fecha as portas para um diálogo baseado no reconhecimento mútuo entre Israel e palestinos, destruindo pontes para uma solução viável que seja capaz de pôr fim ao sofrimento de ambos os lados."

Postar um comentário

0 Comentários
* Please Don't Spam Here. All the Comments are Reviewed by Admin.

Top Post Ad

Below Post Ad

Ads Section