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Os cinco componentes da personalidade humana

A filosofia e o misticismo judaicos ensinam que o comportamento humano é impulsionado por quatro causas primárias: ego, anseios corporais, razão e uma compulsão por destruir.
Os cinco componentes da personalidade humana

Cada um de nós tem um ego – um anseio pelo poder, auto-domínio e auto-determinação. Todos nós vivenciamos incessantes demandas por parte de nosso corpo. Todos temos o poder da razão, a capacidade de tentar entender a realidade e nos comportar de acordo. E. cada um de nós tem uma compulsão para o mal e a destruição. Para muitos de nós, este impulso encontra expressão meramente num sonho ou num pensamento fugaz; para outros, é concretizado no comportamento.

Este último impulso é único no sentido em que raramente exibe sua face genuinamente perturbadora ao homem que o experimenta. Nossa compulsão para o mal geralmente disfarça sua atitude por trás do véu das outras três qualidades humanas. Usa o ego, as necessidades corporais ou a razão humana como um meio para explicar e justificar suas metas abomináveis. Porém na raiz desse impulso está um anseio pelo mal e pela destruição, enraizado na psique humana.

Por trás desses quatro componentes conhecidos da nossa personalidade está uma quinta dimensão, mais profunda, o “ser mais elevado”, ou “o ser interior”. Esta é a consciência moral do espírito humano – a centelha de D'us dentro de nós – que nos impulsiona a transcendermo-nos e tentar atingir a verdade da realidade. Este ser interior inspira o idealismo humano e reflete a bondade e integridade de seu Criador.

Se os quatro elementos do motor humano estão desconectados do ser Divino mais elevado, potencialmente cada qual se torna perigoso. Um ego que serve a si mesmo pode nos levar a destruir aqueles que passam pelo nosso caminho. Nossos anseios corporais e tentações podem nos jogar no abismo. A auto-indulgência excessiva alimenta o vício e o caos.

A força da razão por si mesma permite que a pessoa racionalize qualquer tipo de comportamento e invalide os limites morais do mundo. Somente com a razão podemos justificar a crueldade e o barbarismo. Nossa sofisticação racional e intelectual pode até nos levar a justificar o verdadeiro mal: terroristas são transformados em “militantes frustrados” e monstros humanos que queimam crianças vivas são julgados como iguais às suas vítimas. A razão sozinha, sem clareza moral, pode se tornar perigosa.

Os judeus foram escolhidos para outorgar à história humana a dignidade de propósito e para refinar e sublimar o ego, o corpo, a própria lógica, e o mau impulso.

Finalmente, nosso impulso na direção do mal pode facilmente nos compelir a infrigir sofrimento sobre seres humanos inocentes.

Por outro lado, se nos abrirmos à Divina essência de nossa personalidade e começarmos a absorver suas lindas melodias, podemos empregar estes quatro componentes como instrumentos para nosso crescimento moral e nossa espiritualidade.

Nosso ego, desejos morais e força da razão podem ser usados de maneira boa e construtiva. Até nosso impulso para destruir pode ser usado como uma arma para erradicar e destruir o mal dentro de nós e dar um fim ao mal no mundo que nos cerca.

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