"Haverá mais estados" unindo-se à pressão para normalizar os laços com o estado judeu, disse o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, na noite de sábado, saudando o acordo para normalizar os laços com o Sudão.
Netanyahu expressou sua gratidão ao presidente de Uganda, aos líderes e diplomatas sudaneses, bem como ao presidente dos EUA, Donald Trump, que foi o principal agente na mediação do negócio.
As declarações foram feitas um dia depois que o presidente Trump anunciou que Israel e Sudão concordaram em trabalhar para normalizar seus laços.
A decisão, anunciada momentos depois de Trump informar oficialmente o Congresso de sua intenção de remover o Sudão da lista de patrocinadores do terrorismo do Departamento de Estado, foi bem recebida pelo Egito e pelos Emirados Árabes Unidos.
Em seu discurso no sábado, o primeiro-ministro israelense também abordou a situação com o coronavírus COVID-19, dizendo que o país conseguiu reduzir drasticamente a morbidade após tomar "decisões difíceis".
Em uma investida contra o Ministro da Defesa e Primeiro Ministro Suplente Benny Gantz, Netanyahu também reiterou que não houve negociações secretas sobre a aquisição de jatos F-35 avançados pelos Emirados Árabes Unidos durante as negociações de normalização com Abu Dhabi, e o assunto só surgiu quando o acordo foi assinado.
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