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Israel vê a rebelião de Wagner como um sinal de que Putin está perdendo o controle sobre a Rússia

 
Documento interno vazado da reunião no escritório de Netanyahu revela as preocupações de Jerusalém sobre a crescente 'fraqueza' do líder russo e seu impacto na Ucrânia e no Irã.
Prime Minister Benjamin Netanyahu, left, and Russian President Vladimir Putin in Moscow, January 29, 2018. (Kobi Gideon/GPO)
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, à esquerda, e o presidente russo, Vladimir Putin, em Moscou, 29 de janeiro de 2018. (Kobi Gideon/GPO)

Enquanto o Grupo Wagner realizava seu motim de 24 horas contra o Kremlin, o governo israelense realizou uma avaliação situacional sobre suas ramificações, concluindo que indicava uma “profunda fraqueza russa”, segundo um relatório na segunda-feira.
A reportagem do canal de notícias 13 citou um documento interno que foi emitido após uma reunião no escritório do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu no sábado, enquanto a rebelião de Wagner estava se desenrolando na Rússia, embora tenha sido finalizado depois que a rebelião foi abruptamente cancelada.
A insurreição de 24 horas viu o grupo paramilitar liderado por Yevgeny Prigozhin assumir o controle de duas cidades russas após uma rixa entre Prigozhin e o alto escalão militar da Rússia. Após as ocupações, os combatentes do grupo viajaram centenas de quilômetros na tentativa de chegar a Moscou, antes de dar meia-volta
 governo israelense não emitiu uma reação oficial à insurreição de sábado. Quando se trata da Rússia, os especialistas observam que a política israelense é geralmente manter um perfil baixo, dadas as relações delicadas entre os dois países, principalmente relacionadas ao amplo controle de Moscou na Síria.
O documento israelense disse em seu primeiro parágrafo que a rebelião de Wagner minou o governo do presidente Vladimir Putin e foi um sintoma de uma “profunda fraqueza russa” tanto na frente de guerra quanto internamente.
No documento, Netanyahu reiterou o compromisso de Israel com a Ucrânia, tanto em ajuda humanitária quanto em apoio de defesa, ao mesmo tempo em que deu a devida consideração à delicada relação de Israel com a Rússia.
O parágrafo seguinte dizia que o ministro da Defesa, Yoav Gallant, havia sido instruído a “avaliar as ramificações dos eventos de sábado nas relações da Rússia com o Irã e na Síria”.
O último parágrafo, de acordo com o relatório, discutia a possibilidade de uma “grande onda de imigração da Rússia” no caso de uma explosão em larga escala dentro da Rússia, e a necessidade de “preparar-se para isso, garantindo o bom funcionamento da comunidade judaica e israelense”. instituições na Rússia”.
Moscou, 29 de janeiro de 2018. (Kobi Gideon/GPO)


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